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Donkey Kong Bananza É A Volta Perfeita Da Franquia!

Foto do escritor: Universo Big N
Universo Big N
4 de abr.
4 min de leitura

Um dos principais motivos que me fizeram comprar o Nintendo Switch 2 em janeiro de 2026 foi Donkey Kong Bananza. Claro, como já mencionei na minha análise de Mario Kart World, esse também foi um dos grandes responsáveis pela minha decisão — mas Bananza teve um peso especial. Foi ele que realmente me fez correr atrás do console.

Desde que adquiri meu primeiro Nintendo Switch, em 2018, só tive experiências incríveis e momentos de pura diversão. No Switch 2, isso consegue ser ainda melhor, muito por conta de jogos como Donkey Kong Bananza e Mario Kart World. Nesta análise, vamos mergulhar no novo título do gorilão da Nintendo — e, em breve, trarei também minhas impressões após três meses com o console, então fique de olho aqui no site.


Nostalgia e legado da franquia

Donkey Kong sempre fez parte da minha infância. Quando era mais novo, joguei muito Donkey Kong Country, principalmente o segundo título, que até hoje considero um dos melhores jogos que já experimentei.

Anos depois, já no Nintendo 64, tive meu primeiro contato com o personagem em 3D através de Donkey Kong 64, graças a um cartucho emprestado por um amigo do meu irmão. E sim, eu gostei de DK64. Sei que esse é um ponto polêmico — muitos amam, outros nem tanto — mas isso não invalida em nada esta análise.

Aliás, independente da sua opinião sobre Donkey Kong 64, uma coisa é certa: Donkey Kong Bananza é, sem exagero, uma evolução gigantesca.


Gráficos e desempenho

Visualmente, Donkey Kong Bananza é simplesmente impressionante. Assim como Mario Kart World, o jogo apresenta um nível de detalhe absurdo, desde os pelos do Donkey Kong até os cenários extremamente ricos e vivos.

Se você tiver a oportunidade de jogar em uma TV 4K, a experiência se torna ainda mais impactante. A iluminação, a água, os céus, os efeitos de partículas e até os materiais dos objetos brilham com qualidade impressionante.

Além disso, o jogo roda a 60 FPS em 4K no modo dock e alcança até 120 FPS em 1080p no modo portátil. Existem pequenas quedas de desempenho em momentos mais intensos, mas nada que comprometa a experiência — especialmente considerando o nível de destruição de cenário que o jogo oferece.


Gameplay: destruição, criatividade e inovação

A gameplay é, sem dúvidas, um dos pontos mais fortes do jogo.

Aqui, praticamente todo o cenário pode ser destruído. E isso não é apenas um detalhe visual — é uma mecânica central. Você pode quebrar partes do ambiente, surfar em pedaços destruídos e até arremessá-los contra inimigos.

Outro destaque é a participação de Pauline, que auxilia na liberação de áreas e desafios, adicionando uma camada extra de interação e progressão.


O objetivo principal envolve coletar bananas gigantes e brilhantes, que funcionam de forma semelhante às estrelas de Super Mario 64 ou às luas de Super Mario Odyssey. Ao coletá-las, você pode evoluir o personagem, aumentando vida, dano e desbloqueando novas habilidades.

Um sistema muito bom também é o das enguias que te levam a várias partes do mapa, existem as enguias que levam no mesmo local e as que levam para profundidades mais baixas, as que levam no mesmo local não tem tela de loading você simplesmente se teletransporta para outro local instantaneamente, agora para outra área tem um pequeno loading rápido.


O sistema de progressão é complementado por:

  • Cosméticos: roupas para Donkey Kong e Pauline

  • Economia interna: fósseis servem como moeda para itens cosméticos

  • Ouro: usado para comprar mapas, vidas e outros recursos

E o melhor: nada de micro transações — tudo é conquistado dentro do próprio jogo.


Transformações Bananza — o grande diferencial

As transformações “Bananza” são uma das maiores novidades e funcionam como habilidades especiais inspiradas nos ancestrais.

Cada forma oferece mecânicas únicas:

  • Kong Bananza: força bruta e resistência elevada

  • Zebra Bananza: velocidade extrema para atravessar terrenos instáveis

  • Avestruz Bananza: voo e uso de ovos explosivos

  • Elefante Bananza: absorve elementos como lava e veneno, transformando-os em ataque

  • Cobra Bananza: saltos altíssimos, remetendo às clássicas montarias da franquia

Esse sistema traz uma sensação constante de novidade e estratégia, além de um forte apelo nostálgico para fãs antigos da série.


Outro sistema muito útil é o de abrigos para recarregar o life do DK, nesses pequenos abrigos que mandamos construir você pode trocar de roupa, ou descansar inclusive incluindo life extra para o DK.


Outro ponto que merece destaque são as lutas contra chefes. Tanto os chefes principais quanto os secundários são bem interessantes e exigem do jogador adaptação constante. Em muitos casos, é necessário mesclar diferentes transformações durante a batalha para explorar fraquezas específicas. Alguns chefes, inclusive, exigem o uso de certas formas para serem derrotados, o que torna os confrontos mais estratégicos, variados e muito mais envolventes.


Trilha sonora

A trilha sonora é outro espetáculo à parte.

Cada cenário possui músicas únicas e muito bem encaixadas, no mesmo nível de qualidade de Super Mario Odyssey. As transformações também contam com trilhas próprias, reforçando ainda mais a identidade de cada habilidade.

Destaque especial para a música da transformação Zebra, que é extremamente cativante e marcante.



História e fan service (com spoiler surpresa)

A história começa com o grupo Void, liderado por Void Kong, que busca alcançar o núcleo da Terra para obter a raiz de Banandio — um artefato capaz de realizar desejos.

E aqui vai um aviso de spoiler leve: o jogo entrega uma das maiores surpresas para fãs antigos da franquia.

O retorno de King K. Rool, junto dos clássicos Kremlings e outros inimigos icônicos, é um momento extremamente nostálgico. Isso não só reforça o legado da franquia como também mostra que a Nintendo sabe exatamente como agradar seus fãs de longa data.


Conclusão

Donkey Kong Bananza é, sem dúvidas, uma verdadeira revitalização da franquia.

A Nintendo conseguiu entregar um jogo no mesmo nível de excelência de Super Mario Odyssey, trazendo inovação, nostalgia e uma gameplay extremamente divertida.

É aquele tipo de jogo que você não quer parar de jogar — mesmo após terminar a campanha principal, ainda há muito conteúdo para explorar.

Minha nota é clara: 10/10⭐

Sem dúvidas, um dos melhores jogos que já joguei e um título que eleva ainda mais o nível do Nintendo Switch 2.

Agora fica a expectativa: como será o próximo jogo do Donkey Kong? Se depender deste aqui, o futuro promete — e muito.

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